sábado, fevereiro 03, 2007

Num...dia dois de Fevereiro.


Apenas um alivio assinado num livro, de onde eu derivo, Agora mais vivo, tornei-me no que eu sou, Dou e recebo e tudo porque saio ao meu avô, É hereditário fluxo sanguinário que se transmite, Ele sai a quem, feio ou bonito podes dar um palpite que eu não me irrito, Espaços da casa não ocupados trazem saudades e pensar nisso é que eu evito. Eu divido o tempo, na TV noutro evento, Para não pensar em ti e fazer passar a dor como um dente. E toda a gente pergunta, a quem é que ele sai? A quem ele sai? se sou night wella é porque eu saiu ao meu pai, E toda a gente pergunta, ele sai a quem? Sai a quem? Se acordo tarde é porque saio à minha mãe. Mas ta-se bem não há beef nunca houve desde novo, Sem confirmação na comunicação e sem interesse, Na certeza do amor, com a ausência da razão que eu desconheço, Pareço um ótario operário no meu endereço, A preço ofereço um corpo solitário preso, Susana tu chama os bombeiros.Mas a vida não para e avança como ponteiros, Eu contei os anos inteiros até à mudança, Tolerância cancelada e descansa enfermeiros, E os primeiros pensamentos de alguns são de assumir uma herança, Em criança numa casa portuguesa com certeza, Manca-me debaixo da mesa com a mão presa à cabeça, A pensar que não aconteça e valesse a pena a batalha, E eu quebro a cena, tal pai tal filho, tal pai tal falha. Não conheço um posto para fazer um juízo, Porque isto nunca foi penoso isto é o meu paraíso, E eu economizo ao comunicar isto em concreto, E eu fico indeciso se eu quero ficar vazio ou completo. A mim não me compete fazer a escolha, Só escolho fragmentos de momentos duma recolha, De sentimentos, e eu sinto e minto se eu disser que não sinto a tua falta, Sinto a ausência duma falta de paciência que te exalta.Ou exaltava, porque agora silêncio é despertador, Que desperta o amor, desperta a dor em mim que eu.... hey pá foda-se ...

1 comentário:

Anónimo disse...

:(

...