
Uma equipa de astrónomos europeus, entre os quais o francês Xavier Bonfils, do Centro de Astronomia e Astrofísica da Universidade de Lisboa, descobriu o primeiro planeta semelhante à Terra fora do sistema solar. O "Gliese 581c" tem cinco vezes a massa da Terra e está a uma distância de 20,5 anos-luz, na constelação balança. Um dos astrónomos que participou da descoberta, Michel Mayor, da Universidade de Genebra, disse que a descoberta é um passo significativo para encontar vida no Universo. De acordo com o astrónomo francês Xavier Bonfils, outro membro da equipa que trabalha no Observatório Astronómico de Lisboa, "depois de conhecida a massa e a distância entre o planeta e a sua estrela, foi possível apurar que tem à superfície temperaturas entre 0 e 40 graus Celsius, o que o tornaria habitável". Xavier Bonfils explicou que o planeta "não é gasoso, como Júpiter, sendo antes constituído por material rochoso, o que o converte no planeta mais parecido com a Terra encontrado até agora".
O planeta demora 13 dias a completar uma órbita em torno da sua estrela. "Há anos que estávamos à espera disto. É uma grande descoberta", entusiasmou-se Bonfils. Dos planetas descobertos fora do sistema solar, este é o único que tem a distância certa em relação à sua estrela para ter uma temperatura semelhante à da Terra: entre zero e 40 graus Celsius. Por isso, tem a possibilidade de ter água em estado líquido à superfície, uma condição essencial à vida.
A estrela Gliese 581, em torno da qual o planeta orbita, tem um terço da massa do Sol e por isso entra na categoria das chamadas anãs vermelhas: estrelas fracas, 50 vezes menos luminosas que as idênticas ao nosso Sol.
Xavier Bonfils explicou que neste momento não dispomos de instrumentos para ver directamente estes planetas fora do sistema solar: "Vamos ter de esperar pelos telescópios espaciais previstos para a próxima década, para passar a essa fase." "Esta descoberta pode ser muito importante", disse o astrobiólogo Chris McKay, da Nasa. "Não quer dizer que haja vida, mas significa que é um planeta semelhante à Terra em termos de habitabilidade potencial." McKay previu que os cientistas vão acabar por descobrir dezenas ou mesmo centenas de planetas considerados habitáveis.
O planeta demora 13 dias a completar uma órbita em torno da sua estrela. "Há anos que estávamos à espera disto. É uma grande descoberta", entusiasmou-se Bonfils. Dos planetas descobertos fora do sistema solar, este é o único que tem a distância certa em relação à sua estrela para ter uma temperatura semelhante à da Terra: entre zero e 40 graus Celsius. Por isso, tem a possibilidade de ter água em estado líquido à superfície, uma condição essencial à vida.
A estrela Gliese 581, em torno da qual o planeta orbita, tem um terço da massa do Sol e por isso entra na categoria das chamadas anãs vermelhas: estrelas fracas, 50 vezes menos luminosas que as idênticas ao nosso Sol.
Xavier Bonfils explicou que neste momento não dispomos de instrumentos para ver directamente estes planetas fora do sistema solar: "Vamos ter de esperar pelos telescópios espaciais previstos para a próxima década, para passar a essa fase." "Esta descoberta pode ser muito importante", disse o astrobiólogo Chris McKay, da Nasa. "Não quer dizer que haja vida, mas significa que é um planeta semelhante à Terra em termos de habitabilidade potencial." McKay previu que os cientistas vão acabar por descobrir dezenas ou mesmo centenas de planetas considerados habitáveis.
hum... interessante nao? :)

